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terça-feira, 5 de julho de 2011

EFEITO BORBOLETA


Assisti no fim de semana, mais uma vez, ao filme Efeito Borboleta. O filme fala de um homem que tem poderes para voltar ao passado e consertar situações que trouxeram consequências desastrosas na sua vida ou na vida de alguém, porém, a cada vez que ele muda uma situação e beneficia alguém, outras pessoas são prejudicadas. Um filme interessante, com Ashton Cutcher (é assim mesmo que se escreve?), vale a pena ver.

O título do filme faz alusão à teoria do caos. Segundo a cultura popular, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, até provocar um tufão do outro lado do mundo.

Fiquei pensando se em nossa vida fosse assim. Se pudéssemos voltar ao passado, nos momentos cruciais de nossa e vida e mudar o rumo da nossa história. Seria fantástico não?

Deus nos dá uma chance de recomeçar todos os dias. Hoje mesmo, quando você despertou do seu sono, Ele te deu mais um dia, que pode ser o primeiro de uma nova etapa em sua vida, basta que você decida. Decida ser um pai ou uma mãe melhor; decida ser um filho (a) melhor; decida ser um cristão melhor; decida largar seus vícios; decida comer menos gordura e mais coisas naturais; beber menos refrigerante e mais água; etc.

Mas existem situações que já aconteceram e irão marcar sua vida para sempre, e talvez tenham deixado sequelas irreversíveis. Deus não irá mudar seu passado, mas ele pode mudar seu futuro. Deixe que Ele seja o centro de sua vida, que as dores do passado se tornarão mais amenas. Os pecados cometidos outrora, que muitas vezes nos atormentam, Deus promete na sua Palavra que irá lançar no mar do esquecimento. Ele te perdoa, a partir do seu arrependimento. Jesus pagou o preço pelos pecados de toda a humanidade.

Reescreva hoje sua história!

Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniqüidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.
Miquéias 7:19

terça-feira, 31 de maio de 2011

GERAÇÃO Y

Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo
Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.




Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. "Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."
Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. "Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim", diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. "Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada."

A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. "Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito", afirma Anderson Sant'Anna. "Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos."
Nessa etapa, "busca de significado" é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado entre vida profissional e pessoal" alcançou o topo, seguida de perto por "fazer o que gosta e dá prazer". O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.

No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. "Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas", diz Miriam. "Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas."


BERÇO DIGITAL § E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.
Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.

É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. "Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência", diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. "Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar." O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. "Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz", diz. "Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais."

Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano. A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.

"Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial", afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. "Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive", diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. "Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim."

Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. "A Geração Y mudou a forma como nós interagimos", diz Ana Costa. "O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade", afirma.

VIDA PESSOAL EM PRIMEIRO LUGAR § Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.
Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter "estilo de vida", ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais - e não o contrário. "A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida", diz Tânia Casado. "Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo."

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

SETE CHAGAS VISÍVEIS DA IGREJA MORNA

Ausência no culto da Semana – Os cristãos tornam- se domingueiros. Cumprida a devoção dominical, o resto é dispensável.

Reunião de Oração – As igrejas preferem suprimi-la, tal a exiguidade da freqüência.
Falta de freqüência nas atividades extras – Subir ao monte, viagens missionárias, retiros e acampamentos. Não há mais disposição para tal.

Falta de lágrimas durante a adoração. Até que a beleza das canções fazem bem, mas mornos não têm o coração quebrantado
Falta de interatividade durante a mensagem – Apatia e tristeza. Nem riem na hora de rir, nem choram na hora de chorar. Pobre pregador!

Falta de confraternização após os cultos. Esta alegria e barulhão que o povo vivo faz após os cultos, aliás, fazem parte do próprio culto; tudo isto e a falta de pressa de ir embora, não existem mais na igreja morna.
Aniversário dos pastores. Mornos até que amam seus pastores, mas seu amor é morno também, sem ação prática.

Jer. 6: 8 e 14 : Aceita a disciplina, ó Jerusalém, para que eu não me aparte de ti.... Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
-o-

A diferença entre o frio e o morno:
O frio está morto e consciente do seu estado.
O morno não percebe sua triste situação. Mantém sua formalidade e ritualismo. (Ap:3:14-22)

terça-feira, 24 de maio de 2011

RETIRO PARA CASAIS - LAÇOS ETERNOS

Desfrute a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida - Eclesiastes 9:9

O melhor presente que você pode oferecer a sua (seu) esposa (marido) no dia 12 de junho.

A Igreja Batista Videira convida os casais para participarem da Festa Laços Eternos, a ser realizada no Hotel Fazenda Vila Vidal, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Programação Especial incluindo Jantar Romântico, Palestras sobre relacionamento e muitas surpresas.

Valor do investimento por casal:
R$ 100,00 à vista, que podem ser pagos até o dia 25/05/2011 ou
R$ 120,00 em 3 vezes sem juros

Maiores informações e inscrições pelos seguintes telefones:

(31) 3649-8890 - Pr. Edinho
(31) 8591-1936 - Sidney
(31) 8756-2924 - Edvaldo

Veja as fotos do local pelo site: http://www.redeturismo.com.br/villavidal/