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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Bombeiro proíbe crucifixo e causa polêmica em Tatuí-SP

Qua, 17 Nov, 05h20
Uma ordem de serviço assinada pelo comandante do Corpo de Bombeiros de Tatuí (SP), capitão José Natalino de Camargo, causa polêmica na cidade. Ele mandou retirar todos os crucifixos e imagens de santos católicos das unidades sob seu comando. Hoje, os 11 vereadores da Câmara local assinaram moção repudiando a medida tomada pelo militar. Camargo alegou que a exibição de símbolos católicos em repartições públicas causa "constrangimento" a pessoas que professam outra fé.
 
Para ele, imagens e crucifixos fazem "apologia" da religião católica e contribuem para a "manutenção da falsa crença de que aquela religião seria a única detentora da benesse estatal". O capitão invocou ainda a Constituição Federal que, segundo ele, estabelece que o Estado brasileiro é laico e, portanto, a exibição dos símbolos seria ilegal e inconstitucional. A comunicação foi repassada às unidades e postos dos bombeiros sob o comando do Grupamento de Tatuí, com ordem para cumprimento imediato.

Na moção aprovada por unanimidade, os vereadores consideram que o militar usou termos desrespeitosos ao se referir aos símbolos católicos. "O ato é arbitrário, com expressões equivocadas, desrespeitosas e imprudentes sobre a religião católica, refletindo total falta de sensibilidade", diz a nota da Câmara.





De acordo com os vereadores, a ordem de serviço fere o livre direito de professar a fé, também defendido pela Constituição. O comando regional da Polícia Militar (PM), ao qual se subordinam os bombeiros, não se manifestou a respeito. O pároco de Tatuí, padre Milton de Campos Rocha, estava em viagem e não foi localizado.







quinta-feira, 4 de novembro de 2010

REFORMA - UMA CHAMADA PARA VIVER O VERDADEIRO EVANGELHO

O dia 31 de Outubro marca um dia de mudanças radicais. É o dia em que se comemora um fato ocorrido no alvorecer do século XVI que ficou conhecido como Reforma Protestante. A Reforma não foi um fato isolado, não aconteceu pela intervenção de um único homem ou ainda de um grupo apenas.

No final da Idade Média, os fundamentos do Velho Mundo estavam ruindo; foi um período de muitas mudanças, incluindo as descobertas da América por Colombo e, logo em seguida, do Brasil, por Cabral; a economia comercial começou a se fortalecer tomando o lugar do feudalismo; o Renascimento Cultural abriu os horizontes e a maneira de pensar do povo, que até então vivia oprimido por pesados impostos e por inúmeras exigências que eram ditadas pela Igreja.
Foi nesse palco mundial que despontou a figura do monge agostiniano Martinho Lutero. Creio que nosso Deus é Soberano e controla os destinos do mundo e sabe o momento exato de agir em cada situação. O Apóstolo Paulo fala em Gálatas 4:4 que: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. Deus enviou Jesus quando o cenário mundial estava preparado para recebê-lO. Da mesma forma, O Senhor usou um homem temente a Ele e que buscava encontrar a verdade para os problemas atravessados pela Igreja naquele tempo.
Ao estudar o livro de Romanos, esse homem de Deus foi impactado pela leitura, principalmente do oitavo capítulo que começa com a seguinte declaração: “Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne; mas segundo o espírito”. Ora, se não havia mais condenação, por que comprar indulgências para salvação? A salvação é um Dom de Deus e depende exclusivamente da fé em suas promessas e da sua Graça maravilhosa. Mas, o que eram as indulgências?

As indulgências eram um documento vendido pela Igreja e que dava um salvo conduto para a salvação. Vi quando estive em Roma, não lembro se na Basílica de São Pedro, uma placa que dizia: “Indulgência plena perpétua e cotidiana para vivos e mortos”. Fotografei essa placa que estava escrita em latim.
O objetivo principal das indulgências era conseguir fundos para construção da Basílica de São Pedro e sustentar o Clero que estava completamente afastado dos princípios do Evangelho da Graça de Cristo, e vivia em luxo e ostentação, além de práticas que estavam diametralmente opostas aos princípios bíblicos.

Antes de Lutero, muitos se opuseram aos desmandos da igreja medieval; eles queriam fazer uma reforma dentro da própria Igreja, inclusive Lutero, mas eram persuadidos a mudar de ideia, ou eram desprezados. Vejamos alguns exemplos: as ordens mendicantes de São Francisco de Assis no século XIII; os Valdenses ou “pobres de Lion”, que questionavam a autoridade papal, o purgatório e as indulgências; os Cátaros ou Puros, ou Albigenses nos séculos XII e XIII; os Petrobrusianos que rejeitavam a missa e defendiam o casamento dos padres, entre outros. Nos séculos XIV e XV, surgiram figuras como John Wycliff , na Inglaterra; John Huss, na Boemia, além de Girolamo Savanarola , Calvino e Knox. Paralelamente a esses reformadores religiosos, podemos citar o grande humanista Erasmo de Rotterdam, que fez uma tradução do Novo Testamento e que se afastava da versão oficial da Vulgata ou ainda a sua sátira contra o papa Julio III, em 1513.
A faísca porém, para que estourasse a Reforma, veio em 1517, quando começaram as campanhas das indulgências que eram pregadas pelo dominicano Tetsel e que, segundo a história, dizia com exibicionismo, que a cada moeda que caía na bolsa do frade, uma alma saia do purgatório. Foi então que Lutero afixou suas famosas 95 teses contra a doutrina da Igreja, na entrada da Catedral de Wittenberg, na Alemanha. Quando lemos as 95 teses, observamos que aquilo era o começo de tudo que viria a seguir. O mundo nunca mais foi o mesmo!

A resposta papal às teses de Lutero veio rapidamente na bula de excomunhão – “Exurge Domine”, sendo que Lutero que foi chamado para se retratar na Dieta de Worms, onde ele respondeu que não iria se retratar de nada do que disse.

Várias foram as tentativas da igreja romana de calar Lutero, mas Deus era com ele e começaram a surgir vários reformadores como Zwinglio e Calvino além de aliados políticos e poderosos.
A verdade começou a brotar e em todo mundo houve mudanças extraordinárias; a luz do Evangelho voltou a brilhar e milhares de milhares de pessoas conheceram o verdadeiro Evangelho da Graça de Cristo. Mas isso foi só o começo e até hoje mudanças ocorrem sempre que a Igreja ou os líderes religiosos começam a pregar outro Evangelho.
Hoje, Deus nos desperta para estamos em vigilância, não permitindo que doutrinas malignas se infiltrem na Igreja, alertando-nos que viver o Evangelho puro e genuíno deve ser nosso foco, lembrando-nos de que os reformadores sempre defenderam algo: a sã doutrina.

Não podemos viver de ondas de avivamento, de modismos, mas buscando, como pessoa e como Igreja, uma verdadeira reforma interior que nos impulsione a transformar todo nosso exterior e o meio que vivemos.
Somos reformadores para este tempo! Somos daqueles que não se conformam com o mundo, que não tomam a forma daquilo que não é princípio de Deus! Somos chamados para uma grande obra, para pregar a maior Reforma que foi estabelecida nesta Terra: o sacrifício redentor de Cristo Jesus na Cruz do Calvário e o poder da ressurreição.

Pastora Ana Tereza Ribeiro de Souza

terça-feira, 26 de outubro de 2010

ANDAR NA MODA

Tenho visto e ouvido que a geração atual, na faixa dos 14 aos 30 anos tem uma preocupação excessiva com a moda, por isso resolvi postar esse pequeno texto em meu blog.
Primeiramente queria dizer que na minha opinião, a moda está muito relacionada a juventude. Não digo que uma pessoa mais madura não possa andar na moda, mas dificilmente alguém "normal" que tenha mais de 40, vai ditar parâmetros e tendências a serem seguidos. Isso vai acontecer se for jovem, bonito(a) e ou famoso(a).
Lembrando que não falo da moda das passarelas, falo da moda popular, a que está ao nosso alcance.
Se você é jovem, está no auge do vigor físico, pele lisinha, rosto sem rugas, a maioria das coisas que você vestir vai ficar legal, daí você mesmo pode fazer a sua moda. É porque a juventude carrega uma energia em si que transcende qualquer roupa ou acessório.


"Andar na moda" é uma coisa que para os jovens é, na maioria das vezes, condição para ser aceito num determinado grupo, enquanto que para os adultos, é uma escolha pessoal, consequência de uma realização pessoal, financeira, profissional, etc.
Os jovens se preocupam mais com o exterior do que com o interior, salvo excessões. Vale mais estar com um tênis _______ (coloque aqui a marca que você quiser) do que com dinheiro no bolso. Vale mais estar com uma roupa da ________ (idem para a marca), mesmo andando de ônibus, do que andar de carro e vestir, sei lá, jeans e camiseta. O cara, ou a menina, ganha R$ 600,00 e faz uma prestação de R$ 300,00 em roupas e tênis de marca. Aí chega o final de semana sai com R$ 10,00 no bolso, mas super bem vestido.
Aliás, por falar em jeans e camiseta, na moda tem coisas que são super tradicionais e vão voltar a cada estação: jeans, camiseta, tênis all star, jaquetas, roupas xadrez, etc. Tem coisas que são passageiras, que a gente vai ver as fotos daqui a vinte anos e vai morrer de rir, por exemplo: cabelo tipo moicano.
Acho particularmente essa geração mais ousada em relação à moda, e isso é muito bom. Os cabelos e as cores denotam isso.
Deixo uma última mensagem: Preocupe-se mais com sua aparência interior do que exterior. Por exemplo: Não adianta encharcar os lábios de batom se não tiver escovado os dentes. Não adianta estar vestido das últimas tendências se não estiver bem espiritualmente, cuidando da saúde, de bem com seus pais. Enfim, a moda foi criada para você, e não você para a moda. Vista-se bem, seja elegante, mas seja também educado(a), gentil, bem humorado(a), seja você de que tribo for.
Aos meninos, um versículo: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração. I Samuel 16:7
Às meninas, outro versículo: Não seja o adorno da mulher o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus. I Pedro 3:3-4
Ah, as fotos postadas aqui não representam meu estilo ou gosto pessoal. É apenas uma maneira de fazer com que você leia o texto até o final, rsrsrs.
Um abraço a todos.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SETE COISAS QUE NÃO ESTARÃO NO CÉU

Luis Dicara
Texto base: Apocalipse 21

A dor, a tristeza, o mar, o choro, a morte, a noite e a maldição não estarão com Jesus.
Na eternidade tudo será maravilhoso, se acabarão as lutas e as provações, daqui a pouco tudo isso irá acontecer na nossa vida, para aqueles que esperaram as promessas do Senhor.

No céu não haverá mar (Ap. 21.1)
O mar fala de inquietação, agitação tribulação, ventos e tempestades - se acabarão no céu.

No céu não haverá choro (Ap. 21.4)
O Deus dos abatidos e tristes, ele mesmo enxugará pessoalmente as nossas lágrimas, que serão transformadas em alegria (Sl 126.5) , bem aventurados os que choram pois eles serão consolados.

No céu não haverá dor (Ap. 21.4)
O ser humano sofre com dores, cansaços, dor no coração, na alma, e é afligido. No céu ele tirará todo fardo pesado, toda opressão deste mundo de pecado que nos rodeia e os enfados da carne.

No céu não haverá tristeza (Ap. 21.4)
Tristeza é algo que destrói a alma e deixa abatido nosso coração, lá não seria possível ter a tristeza, pois na presença do Rei dos Reis até a tristeza salta de alegria, pois será alegria no Espírito, a tristeza será transformada em uma alegria eterna.

No céu não haverá noite (Ap. 22.5)
A noite é período de trevas, Jesus mencionou sobre a noite, noite lembra o juízo de Deus sobre o rei Belsazar quando apareceu a mão misteriosa, noite lembra as trevas do mundo onde não pode mais trabalhar, noite lembra o choro (Sl 30.5), mas lá o Cordeiro de Deus iluminará a cidade para todo sempre.

No céu não haverá maldição (Ap. 22.3)
No Éden, o homem vivia em comunhão, após pecar a maldição entrou na terra e ela começou a produzir espinhos e abrolhos, gerada pela desobediência do homem quando pecou, mas no céu tudo será restaurado e a maldição do pecado, da terra será aniquilada (Gl 3.10) A maldição já foi destruída.

No céu não haverá morte (Ap. 21.4)
O último inimigo foi vencido ele ressuscitou e vive, morte onde está seu aguilhão onde está a tua vitória, a morte foi vencida eu e você viveremos com Ele, estaremos com Ele, pois somos vencedores e lá no céu tudo será imortal, para toda eternidade.

CONCLUSÃO:
Na vida futura tudo isto vai acontecer. Se você vive por momentos difíceis vale a pena continuar, pois estaremos indo para o céu e participando de todas as bênçãos de Cristo Jesus. Basta que você o receba como Senhor e Salvador da sua vida.

"Aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante do Pai..."